sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Trailer: Leatherface

E lá vem história de origem...

Sinopse: Um adolescente violento escapa de uma instituição psiquiátrica junto com outros rapazes igualmente desequilibrados. Na fuga eles sequestram uma jovem enfermeira e são perseguidos por um policial perturbado.


Direção: Alexandre Bustillo, Julien Maury
Elenco: Lili Taylor, Stephen Dorff, Nicole Andrews, James Bloor

Ainda sem data de estreia prevista

Trailers: Mãe!

O novo filme dirigido Darren Aronofsky e estrelado por Jennifer Lawrence e Javier Bardem, é desses que a gente não pode perder.


A relação de um casal é testada quando visitantes não esperados chegam à sua casa e atrapalham a tranquilidade da família. Do diretor Darren Aronofsky (de “Cisne Negro” e “Requiem para um Sonho”), “Mãe!” é um suspense psicológico sobre amor, devoção e sacrifício com Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Ed Harris e Michelle Pfeiffer no elenco.





Estreia prevista nos cinemas dia 21 de setembro.





Trailer 3 e Novo Cartaz IMAX: It - A Coisa

Esta nova versão de IT será dividida em 2 filmes, a primeira com estria marcada para 07 de setembro com um grupo de crianças e a segunda parte com este mesmo grupo já crescido, ainda sem data prevista para estreia.

Sinopse: Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado "Losers Club" - o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do "Losers Club" acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o terrível palhaço Pennywise.


Direção: Andrés Muschietti Elenco: Bill Skarsgård, Finn Wolfhard, Javier Botet, Jaeden Lieberher

Veja o novo cartaz para os cinemas em IMAX:

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Mangá: Wanted! - Eiichiro Oda

Este one-shot com 208 páginas de Eiichiro Oda (mais conhecido como o criador de One Piece) é uma coletânea com 5 histórias incluindo o piloto de One Piece (com o nome de "Romance Dawn", que seria o nome original de série), ainda tem bandidos e heróis que fazem participações na série do pirata Luffy. 

Esta coletânea foi publicada no Japão em 1998 lançada pela Shuukan Shounen Jump da editora Shueisha, e reúne as ideias primárias deste mestre ainda bem jovem. São elas:

Wanted! (1992)  
Empresta seu nome à esta coletânea de curtas, e é um mangá de 32 páginas que conta a divertida história de Gil Bastar, um pistoleiro no velho oeste que se mete numa confusão incrível e que me fez dar muita risada enquanto lia. Escrito por Oda quando ele ainda era adolescente no colegial e lhe rendeu um prêmio na época.

Um Inevitável Presente de Deus (God's Gift for the Future, 1993)  
Neste curta de 42 páginas, Oda realiza um grande desejo como mangaká que era desenhar um grandiosa cena de impacto. O roteiro não é o mais incrível dos curtas aqui reunidos, mas a tal cena é realmente uma arte de encher os olhos. A trama ainda trás uma breve lembrança de Death Note com uma narrativa muito bem humorada e divertida.

A Noite do Demônio (Itsuki Yakou, 1993) 
Em 32 páginas é contada a história de um monge que vai em busca do seu mestre desaparecido e encontra um "devorador de humanos". Aqui vemos monges lutadores, cenas bonitas, é um roteiro simples que deixa ao final, vontade de saber mais sobre estes personagens, parece mais um resumo de uma grande história do que um curta propriamente dito. E deixa aquele gostinho de quero mais.

Monsters (1994) 
Este mangá possui 46 páginas e tem um roteiro muito bacana, bem elaborado. E como o próprio Eiichiro diz em um de seus comentários "é uma história sobre matar dragões", ele também conta que tinha 19 anos quando fez este trabalho, é um roteiro fantástico, engraçado e irônico, com uma arte belíssima que conta a história de um espadachim e também a primeira aparição de um dos personagens participantes de One Piece.

Romance Dawn (Version 2, 1996) 
Oda conta que escreveu duas histórias com o mesmo nome "Romance Dawn", a primeira é praticamente um resumo de One Piece segundo ele ficou longa demais, e o "outro Romance Dawn" aqui presente com 45 páginas, foi exclusiva para esta coletânea com algumas modificações bastante significativas para história. Nesta aventura Luffy tenta ajudar uma garota e seu estranho pássaro a fugirem de um misterioso pirata feiticeiro. Também conta em flashback uma história sobre seu avó e uma suposta origem para o seu famoso chapéu de palha.


Este mangá ainda conta com comentários do próprio Eiichiro Oda ao final de cada história. Está impresso em papel jornal (pisa brite) e capa cartonada. Seu lançamento aqui, em terras tupiniquins, foi em março deste ano (2017), e o valor é tabelado em R$13,90. 

Wanted! é um lançamento da Panini Mangá, facilmente encontrado em bancas e livrarias de todo Brasil. Com certeza vale a pena adquiri-lo seja você fã, ou não, daquela obra mais famosa deste artista. 


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Trailer da Segunda Temporada de Westworld.


Só em 2018 (no primeiro semestre!) retornará a segunda temporada de Westworld, a série original da HBO é dirigida por Jonathan Nolan e está concorrendo a 22 Emmys 2017, a cerimônia acontecerá no dia 17 de setembro.
Enquanto isso vamos revendo o trailer lançado mês passado na San Diego Comic-Con. Ansiosos?


Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à "evolução do pecado". 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Malasartes e o Duelo com a Morte, 2017.

O cinema nacional de gêneros apresenta: Fantasia nacional! 


Olha aí que legal ver o nosso cinema evoluindo, efeitos visuais para incrementar nossas histórias. Indo direto ao ponto, muita coisa ficou boa e tenho pouco a reclamar, mas tá valendo, é algo novo, estamos no caminho, dá orgulho quando a gente vê. O verdadeiro cinéfilo brasileiro torce para que o nosso cinema cresça, e este é um grande passo. 



Baseado nos contos populares de Malasartes, neste longa temos 2 mundos, o real e o da fantasia, o roteiro é um recorte de contos com uma história de plano de fundo. Malasartes transita nestes dois mundos, para nós espectadores, há uma grande diferença de qualidade no roteiro entre um mundo e outro. Os personagens no mundo real tem a parte da história que melhor funciona, as atuações são melhores e as piadas mais engraçadas. Já no mundo da fantasia o roteiro perde a força, os efeitos visuais tentam suprir as necessidades do roteiro. A direção de arte no mundo real está de parabéns, já no mundo fantástico, há um certo exagero na quantidade de efeitos que deixa claro que alguma coisa está sobrando, mas que para aproveitar ao máximo essa tecnologia estica-se o roteiro e perde-se qualidade. Há duas cenas que poderiam facilmente ter ficado para as "cenas deletadas" no Blu-ray. A trilha sonora com a música tema, ficaram na minha cabeça por horas, e me agrada! O que não agradou muito foi um "mantra" exaustivamente repetido, que no inicio é bacana mas depois cansa.



No geral, é um filme bem divertido, Jesuíta Barbosa encarna bem o personagem e tem uma ótima química com Isis Valverde, Milhem Cortaz e Augusto Madeira, juntos eles formam um quarteto bastante carismático, com humor ingênuo, caipira, que dá vontade de ver mais um "cadim"! Já o grande vilão, interpretado por Júlio Andrade, não funciona bem sozinho, sua aparição no mundo dos vivos é mais interessante do que é visto no mundo fantástico, não que a atuação não tenha sido boa, muito pelo contrário, mas o roteiro com aquela esticada (que eu já comentei) acaba prejudicando um pouco este personagem, ele literalmente tem uma personalidade que não era necessária. As bruxas são personagens que estão sobrando, com exceção de Vera Holtz, mas que também não tem um grande papel. Leandro Hassum está pouco aproveitado e menos engraçado como de costume. 



Sinopse: Vivendo no interior do Brasil, o jovem Pedro Malasartes (Jesuíta Barbosa) é um malandro. Com a sua lábia, ele consegue pregar peças em comerciantes e se aproveitar da boa vontade alheia. No entanto, sua incrível esperteza será colocada à prova pela Morte, a ceifadora de almas. 



O filme diverte, dei boas risadas, fiquei feliz com os efeitos visuais "fabricados" aqui e que ainda pode melhorar sim, claro! Mas que me surpreenderam positivamente, e mesmo com algumas falhas no roteiro (como uma regra que de repente é esquecida), as atuações e tiradas são ótimas, nem senti o tempo passar, o que é um ótimo sinal, o filme tem 107 min..

Vale a pena levar toda a família ao cinema para prestigiar o que é nosso. Ah, e levem seus avós/tios/pais que curtiram Mazzaropi no passado, eles vão adorar! 😉

Veja o vídeo dos bastidores de filmagens dos efeitos visuais: 


Assista ao trailer:




domingo, 13 de agosto de 2017

Dunkirk, 2017.


O tão esperado filme de guerra de Christopher Nolan não decepciona, é um filme altamente sensorial, onde sonoplastia e trilha original se misturam a ponto de não sabermos onde uma começa e a outra termina, é uma experiência sonora grandiosa entre a montagem de som e o violino de Hans Zimmer, em cenas que a tensão é crescente e emocionante. Mas uma vez a dupla Nolan e Zimmer fazendo bonito na telona. 


Com cinematografia nítida, bem enquadrada elevando a qualidade visual, temos aqui uma das melhores fotografias do ano vista no cinema, céu e mar em tons de azul que se banham na luz dourada do sol, revesa com o cinza de um céu nublado e o azul esverdeado, manchado, de um mar em chamas, é quase poética essa cinematografia fantástica reproduzida por uma direção impecável, que se supera com enquadramentos panorâmicos pela perspectiva do diretor, quanto do ponto de vista do piloto, no ar. Em terra, a beleza e qualidade visual salta aos olhos com cores, muitas vezes mais saturadas, mas que de maneira alguma se torna demasiada, é mais uma forma de valorizar o tom carregado de incertezas e esperanças desses soldados em terra firme que estão tão vulneráveis quanto no mar. 


As atuações são de inteira entrega, são bons atores, mas o roteiro não aprofunda o desenvolvimento dos personagens, o que Nolan parece mostrar é que não importa de quem é o rosto, são pessoas em uma situação de desespero, em meio a guerra esperando o resgate, querendo apenas que tudo isso acabe. Com isso, não há um envolvimento do espectador com os personagens que a principio seriam os protagonistas, não tem "o protagonista", todos tem o mesmo peso, e não é dado ferramentas para que nós possamos realmente se importar com eles e talvez este seja um dos poucos pontos negativos do filme.


O longa se divide em 3 histórias, como já é de se esperar de Nolan algo não linear, temos a surpresa de, até certo ponto, não fazer a ligação das narrativas, nesta expectativa, a tensão criada e muito bem desenvolvida pelo diretor e sua equipe que testa a capacidade do espectador de entender ou montar o quebra-cabeça, porém quando isso acontece, não há mais nada para enaltecer este roteiro, que daí em diante se torna previsível e pouco interessante chegando a um desfecho morno.


Na Sinopse, a Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunkirk, soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser resgatados durante uma feroz batalha no início da Segunda Guerra Mundial. A história acompanha três momentos distintos: uma hora de confronto no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) precisa destruir um avião inimigo, um dia inteiro em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) leva seu barco de passeio para ajudar a resgatar o exército de seu país, e uma semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) busca escapar a qualquer preço. 


Dunkirk tem um roteiro simples, porém sem falhas, mas que por si só não teria tanto impacto se não fosse pelas mãos criativas do diretor ao ousar de sua narrativa surpreendente e edição não linear. O design de produção e figurinos são dignos de indicações ao Oscar pela sua fidelidade com a época, assim como a parte técnica de mixagens de som e efeito sonoros, não esquecendo de maneira alguma a trilha sonora original que é espetacular. A direção não tem erros e é uma aula de como fazer, só peca na evolução dos personagens, problema antigo que já caracteriza o diretor em suas produções. Mesmo assim o longa é sensacional, com certeza um dos melhores do ano, até agora, e prevejo uma lista de indicações como por exemplo no Globo de Ouro e Oscar em 2018 para Nolan, só nos resta saber quantos deles ele irá levar.






Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (Valerian and the City of a Thousand Planets, 2017).

Pegue Star Wars (que inclusive tirou parte de sua inspiração diretamente desta história em quadrinhos) e misture a Avatar (2009) e O Destino de Júpter (2015) e você terá Valerian e a Cidade dos Mil Planetas.

Baseado numa história em quadrinhos francesa de mesmo nome, este longa é considerado por Luc Besson (diretor) o projeto de sua vida, levou-se tanto tempo e tantos milhões para produzi-lo, e com 2 horas e 18 minutos de filme podemos ver um visual fantástico e criação de universo mais espetacular dos últimos tempos. O longa abre com "Space Oddity" de David Bowie e eleva ainda mais as expectativas deste ser, realmente, um filme memorável, mas é quando o casal de protagonistas entra em cena que as expectativas caem e daí por diante é ladeira à baixo.

O roteiro é simples que poderia funcionar melhor se não houvesse a necessidade de se explicar a todo momento tornando-o cada vez menos interessante e repetitivo. Nós esperamos por uma história que faça sentido estarmos tanto tempo na poltrona do cinema, mas a grande história não acontece. O romance entre os protagonistas não emplaca, não tem química e não tem a menor graça, romance piegas e genérico. A dupla até que funciona em cenas de ação, mas ainda assim parecem brincar de atuar. Dane Dehaan não é um mal ator, mas aqui ele se saiu um tremendo canastrão, até a Cara Delevingne (que não é atriz!) se saiu um pouco melhor do que Dane em cena. Outro personagem que não convence e chega a dar dó, é o personagem de Clive Owen, até Adam Sandler faria melhor.

Mas os problemas não se resumem em atuações precárias e roteiro bobo, o pior é aguentar diálogos previsíveis e piadinhas que não funcionam. Nem a pior comédia romântica que já vimos consegue ser tão enjoada. Definitivamente falta um boa história que esteja a altura do espetáculo visual criado por Besson. E que visual! Aí sim, é só elogios. A complexidade das criaturas extraterrestres, a criação de mundos, e a diversidade entres os seres, é de encher os olhos, a direção de arte merece reconhecimento e quase consegue superar a "breguice" do roteiro. Os efeitos visuais são tão impressionantes que dá gosto de ver, é o que nos prende na poltrona. 

Valerian and the City of a Thousand Planets tem a construção de mundos mais espetacular que já vimos no cinema, a novidade é um mundo criado em realidade virtual, onde os personagens transitam em dimensões diferentes podendo carregar consigo objetos de uma dimensão para a outra, como em um game de realidade virtual que você pode trazer para a realidade o que compra no jogo. As cenas de ação também são muito bem dirigidas, empolgam pelos enquadramentos peculiares que junto ao CGi e captura de movimentos fazem a gente mergulhar na ação com os personagens. Mas nem isso consegue manter o ritmo do filme por muito tempo, em determinado momento nem a ação e nem o espetáculo visual seguram e o relógio parece não andar. O longa passa arrastado e cansativo. 

Esta aventura espacial tinha tudo para se desenvolver bem e ter o casamento perfeito entre história e o visual impecável, porém não possui uma narrativa sustentável, mesmo assim não direi que é uma total perda de tempo, pois para os olhos realmente vale a pena, vale para aqueles que não estiverem muito interessados na história. 



Sinopse: Século XXVIII. Valerian (Dane DeHaan) é um agente viajante do tempo e do espaço que luta ao lado da parceira Laureline (Cara Delevingne), por quem é apaixonado, em defesa da Terra e seus planetas aliados, continuamente atacados por bandidos intergalácticos. Quando chegam no planeta Alpha, eles precisarão acabar com uma operação comandada por grandes forças que deseja destruir os sonhos e as vidas dos dezessete milhões de habitantes do planeta.







quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Em Ritmo De Fuga (Baby Driver, 2017)


Baby Driver (no original) é um daqueles filmes que a história não precisa ser grandiosa para prender o espectador, porque é como ela é contada, e neste caso temos uma elegante narrativa, que faz toda a diferença. Um filme divertido, inteligente, com uma musicalidade incrível que não perde o ritmo e supre a falta de um roteiro original. 


Na sinopse, o jovem Baby (Ansel Elgort) tem uma mania curiosa: precisa ouvir músicas o tempo todo para silenciar o zumbido que perturba seus ouvidos desde um acidente na infância. Excelente motorista, ele é o piloto de fuga oficial dos assaltos de Doc (Kevin Spacey), mas não vê a hora de deixar o cargo, principalmente depois que se vê apaixonado pela garçonete Debora (Lily James).



Cinematografia colorida e descontraída, figurinos sofisticadamente apropriados, uma bela seleção musical e cenários que "cantam junto", são parte da diversão. A maioria dos movimentos dos atores e elementos que compõem o cenário estão sincronizados, tiros, caminhar na rua, o para-brisa do carro, a letra da música ajuda a contar um trecho da cena ou pode estar pichada em um muro... Tudo faz sentindo numa organização com efeito sensorial musicado que faz a gente bater o pezinho o filme inteiro.


O diretor Edgar Writh dá uma dinâmica impressionante numa trama que pela sinopse seria morna e familiar demais se não fosse a excelente edição sonora, montagem e trilha (composta por músicas sensacionais!), num casamento perfeito preenchendo tudo que o raso roteiro não sustentaria sozinho. Enquadramentos diferenciados, movimentos de câmera e mixagem de som (que merece uma bela indicação ao Oscar) ligados aos cortes perfeitamente sincronizados, têm o efeito hipnotizante, tanto visual quanto sonoro, e esta sonoridade praticamente assume um papel de protagonista da trama junto à atuação de Ansel Elgort que cumpre e entrega o que promete.



Kevin Spacey, Jon Bernthal, Jamie Foxx, Jon Hamm, Eiza González, compõem uma turma do crime da melhor categoria no quesito diversão. E quem salva mesmo a pele desses desajustados vilões e rouba a cena é o motorista Baby! Todos têm seus papeis bem caricatos e divertidos, as atuações são convincentes com bom desenvolvimento dos personagens, não há aqui uma pretensão de atuações acadêmicas, todos parecem se divertir nesta trama com ares de filme cult e um leve toque gore que a princípio não mostra a que veio e com isso consegue surpreender quem vai ao cinema apenas procurando entretenimento com o mínimo de qualidade. 



Lembrando que mesmo com cenas de ação que valem o ingresso, não é um filme de ação propriamente dito, tem bons momentos de perseguição, muita violência, a carga dramática que o protagonista carrega, ótimas tiradas verbais e visuais com um toque de humor negro, e "climinha" de romance musical juvenil, tudo isso muito bem equilibrado, sustenta de maneira satisfatória, a atenção do mais descompromissado espectador. 

Veja abaixo a cena de abertura completa, só pra deixar com gostinho de quero mais! Divirta-se:




Trailer: 

Posteres: